Consulta e tratamento de osteopatia em Lisboa
Consulta e tratamento de osteopatia em Lisboa

Consulta: Osteopatia em Lisboa

Consulta para Tratamento De Osteopatia em Lisboa

Osteopatia: o que é?

A osteopatia é um conjunto de técnicas manuais não invasivas, que busca identificar e resolver as disfunções biomecânicas que alteram a função normal do aparelho locomotor e visceral. As técnicas de osteopatia são utilizadas para aliviar numerosas doenças mediante a reorganização estrutural para a recuperação e equilíbrio orgânico.

O tratamento é baseado num exame clínico. Um diagnóstico Osteopático conduz a um ato terapêutico osteopático. A terapêutica osteopática é realizada com o recurso a técnicas manuais que visam restabelecer a função/mobilidade das estruturas e sistemas corporais de forma a reequilibrar o sistema musculosquelético, sacro-cranial e visceral.


Quando se deve consultar um osteopata?

A Osteopatia atua sobre articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático.

Osteopatia: indicações

Conheça alguns casos onde o tratamento com um osteopata é recomendado:

  • Durante a gravidez e depois do parto, ainda que tenha decorrido sem problemas. Saiba mais sobre Osteopatia durante a gravidez [+] LER MAIS...;
  • Depois de um importante traumatismo, ainda que não tenha nenhuma ferida aparente (quedas, acidentes de carro, etc.);
  • Depois de uma intervenção cirúrgica ou médica traumatizante (tratamentos dentais, extrações difíceis, etc.);
  • Antes da colocação de um aparelho dental, durante todo o tratamento e depois da retirada do aparelho;
  • Durante ou depois de um período de stress ou de esgotamento físico e/ou intelectual ou de um período emocional difícil;
  • Dores musculares e entorses;
  • Após imobilização de algum membro, por utilização de talas e gesso.

Osteopatia: o que trata?

Alguns exemplos de situações nas quais um osteopata é uma ajuda eficaz:

  • Lesões desportivas: entorses, luxações, sobrecarga muscular;
  • Patologia músculo-esquelética: artroses, artrites, fibromialgia, osteoporose, síndrome do túnel do carpo, conflito subacromial, contraturas musculares;
  • Transtornos da esfera crânio-cervical: cefaleias, enxaquecas, vertigens, tonturas;
  • Transtornos digestivos, circulatórios, respiratórios;
  • Transtornos nervosos;
  • Transtornos psicossomáticos;
  • Dor: a osteopatia é um excelente tratamento para o alívio da dor.

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Qualquer mudança na mobilidade do aparelho locomotor no sentido da hipo ou híper mobilidade conduz a um transtorno funcional que, por sua vez, pode dar lugar a um quadro “patológico”. É fundamental, para o sucesso do tratamento que o paciente siga as indicações e conselhos do terapeuta.


Técnicas utilizadas em Osteopatia

A Osteopatia estuda os efeitos internos que vêm da estrutura, e tem como objetivo, através das técnicas manipulativas, preservar todas as funções orgânicas em sua atividade perfeita (cardiovascular, respiratório, nervoso, linfático, músculo-esquelético ...).

  • Técnicas estruturais: correções articulares através da manipulação óssea com recurso a técnicas manuais;
  • Técnicas musculares: que fomentam o tratamento dos músculos e tendões;
  • Técnicas cranianas: são as técnicas mais subtis utilizadas em osteopatia e que permitem tratar a totalidade do corpo, muito utilizada em casos de depressão;
  • Técnicas viscerais: com recurso a técnicas manuais que trabalham as funcionalidades dos órgãos e das relações entre eles;
  • Técnicas fasciais: trabalham sobre os tecidos fasciais do corpo humano;
  • Técnicas linfáticas e imunitárias: que visam o sistema linfático e o sistema imunitári;
  • Técnicas pré e pós-parto: que visam ajudar a mulher, quer para o trabalho de parto como para a recuperação do mesmo.

A Osteopatia deve ser desmistificada, baseando-se na Anatomia, Fisiologia, Semiologia e Biomecânica que procura o equilíbrio entre o corpo e mente, pode atuar como um complemento enriquecedor em conjunto com as sessões de fisioterapia e ou acupuntura.


As 4 Leis da Osteopatia e um pouco da História

A Osteopatia é uma terapia que surgiu nos Estados Unidos através do Dr. Andrew Taylor Still (1828-1917) que enunciou os princípios desta terapêutica da medicina natural.

Para melhor entender a Osteopatia é importante destacar as quatro leis osteopáticas em que assenta a sua filosofia. São elas:

1 – O corpo é uma unidade.

Esta primeira lei evidencia a parte holística desta medicina. Para Still o indivíduo é uma entidade total. Todas as partes do corpo funcionam como um todo.

O corpo humano tem a faculdade de encontrar ou reencontrar seu equilíbrio (físico, bioquímico, mental, etc.). É o que chamamos homeostasia. A estrutura é a organização e a disposição das diferentes partes de um todo; é um conjunto de tecidos destinados a funções específicas. A função é a ação peculiar, a atividade de cada uma dessas partes; é o comportamento de um elemento num todo.

2 – A estrutura governa a função.

Se existe uma estrutura num ser vivo, tem que haver uma função que exprime.
A função é reflexo e expressão de uma estrutura.
A doença não se desenvolve se uma estrutura estiver em harmonia/equilibrada.
Qualquer alteração da mecânica normal dos tecidos orgânicos dá lugar a um mau funcionamento do sistema diretamente afetado, bem como dos sistemas de que depende e dos que dele dependem.

3 – A Autocura.

O organismo possui forças intrínsecas, cujo poder de autorregulação é maior que as forças externas aplicadas sobre ele.
A osteopatia solicita estas forças intrínsecas, mobilizando-as na luta contra a agressão patológica, mediante fenómenos de autorregulação do complexo orgânico dos vários sistemas.

Pelo que a toda a ação exterior, o organismo responde com uma reação do seu meio interno; uma vez que não havendo obstáculos sobre a condução nervosa, vascular e linfática ou seja, uma perfeita nutrição, uma correta condução nervosa e uma adequada eliminação, o corpo humano tem as defesas naturais necessárias para o equilíbrio de todo o organismo.

4 – Lei da Artéria.

Onde o sangue e os restantes fluídos corporais (intra e extracelulares) circulam convenientemente a patologia encontra uma maior dificuldade em desenvolver-se. O nosso sangue é capaz de fabricar todos os princípios úteis para assegurar a imunidade natural contra as enfermidades.

O sangue é o meio de transporte dos elementos necessários para a nutrição dos tecidos; uma circulação deficiente condiciona o estado funcional e orgânico. O papel dos fluídos é importante porque a sua perturbação obriga a uma alteração na circulação, influenciando assim, a remoção das toxinas resultantes do metabolismo. Os fluídos têm assim um papel determinante no funcionamento do organismo


Mais um pouco da História da Osteopatia

A Osteopatia é uma terapia recente que surgiu nos EUA através do Dr. Andrew Taylor Still (1828-1917) que enunciou os princípios desta terapêutica da medicina natural.

Etimologicamente Osteopatia provém dos termos gregos Ostión (osso) e Pathos (doença). Por conseguinte, Osteopatia é uma denominação que indica a influência da doença, as suas causas e os seus tratamentos manuais, e não uma lesão local de um determinado osso.

Tratamento de Osteopatia no Pescoço
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