Ansiedade: Sintomas, Tratamentos e Técnicas de Controlo

Tratamento da Ansiedade em Lisboa

Ansiedade - O que é?

Uma definição literal diria que a ansiedade é um processo fisiológico natural, selecionado naturalmente através da evolução humana e marcado por reações físicas específicas, que permite ao indivíduo preparar-se para apresentar comportamentos adaptativos frente a situações ameaçadoras, especialmente no que se refere a sua sobrevivência.

Num aspeto mais subjetivo e mesmo patológico, o termo “ansiedade” refere-se a um estado emocional de aflição e medo, no qual o indivíduo sente-se vulnerável em relação a diversas expectativas, em geral bastante negativas.

Dizer que a ansiedade é “natural” significa dizer que ela faz parte nossa genética, ou seja, é uma resposta normal do organismo humano e por isso, sintomas físicos normalmente estão presentes.

Todos os indivíduos ficam ansiosos em algum momento de suas vidas, pois esta é a resposta espontânea do organismo diante de situações ameaçadoras.

"Em última análise, isso significa que a ansiedade em si não é um problema – a ansiedade só se torna patológica quando é experienciada de maneira desproporcional, causando sofrimento intenso, ou mesmo crónico, ao indivíduo."

Seleção natural

Diversas características humanas que eram observadas nos nossos antepassados ancestrais continuam presentes no organismo do humano “moderno”. Estas características, que podem ser chamadas de filogenéticas, são transmitidas por meio da carga genética, ou ADN. Assim é com nosso sistema imunológico, nossa acuidade visual, nossa estrutura óssea, nosso funcionamento cardíaco, bem como muitas outras características.

No tempo das cavernas, o homem possuidor de características favoráveis à sua sobrevivência tinha maior probabilidade de reproduzir e gerar descendentes saudáveis. Indivíduos com malformações tinham menos possibilidade de manterem-se vivos ou de reproduzir.

Poderíamos, a título de exemplo, imaginar um homem infértil nesta época: ele não poderia procriar e portanto, seus genes não seriam passados para seus filhos. Assim, a seleção natural é o processo essencial através do qual se dá a evolução humana – bons genes têm mais hipóteses de serem repassados na reprodução, maus genes tendem a se extinguir, já que seu portador tem poucas chances de sobrevivência.

Assim ocorre com a ansiedade: sendo uma resposta natural frente a situações de risco, indivíduos bem preparados para lutar ou fugir (imagine um homem das cavernas diante de um leão ou outro animal perigoso), teriam maiores chances de sobreviver e consequentemente de transmitir esses genes à sua prole.

Na atualidade, não encontramos leões com frequência, mas muitas outras situações podem ser geradoras de ansiedade, por serem percebidas como potencialmente perigosas: um assalto, um acidente, uma violência física, etc.

No plano subjetivo, essa perceção de ameaça não se restringe à sobrevivência física – um raspanete do chefe, por exemplo, pode ser percebida como uma situação de ameaça, pois as consequências de tal evento podem ser más (perder o emprego, por exemplo, é potencialmente ameaçador para a sobrevivência deste indivíduo e gera estresse físico e mental).

A grosso modo, podemos dizer que um indivíduo de funcionamento normal experimentará ansiedade em um momento ou outro de sua vida em que haja a perceção de ameaça, seja ela física, seja ela emocional. Isso pois está geneticamente programado para reagir desta forma. Retire a ansiedade da carga genética de um ser humano e ele provavelmente morrerá em seus primeiros anos de vida, pois não buscará alimento quando sentir fome, não se protegerá de perigos físicos e não terá a resposta natural adequada à sua sobrevivência.

Reações físicas específicas

Imaginemos novamente o nosso homem da caverna frente a um leão. Seu corpo compreende que será necessário lutar ou fugir – seus batimentos cardíacos se elevam, a respiração se torna ofegante e os músculos contraem-se preparando-se para entrar em ação. Esta descrição assemelha-se muito na forma como nos sentimos diante de ameaças atuais – quem já foi assaltado lembra-se claramente da taquicardia sentida, do frio no estômago, do tremor nas mãos e da sensação de perigo iminente.

De facto, algumas sensações físicas fazem parte deste quadro que chamamos ansiedade, e todas elas destinam-se em última análise, para preparar o corpo para enfrentar situações de ameaça.

Quando uma pessoa se vê diante de uma situação perigosa à sua sobrevivência (física ou mental), ela tende a buscar soluções. Por exemplo, um indivíduo que percebe estar ocorrendo um incêndio em sua casa procurará rapidamente, por uma saída ou meio de sobreviver. Caso este indivíduo fosse desprovido desta perceção de perigo, estaria ele vulnerável a diversos tipos de ameaça frequentes nos nosso dia-a-dia – atravessar uma rua movimentada, andar cuidadosamente por uma floresta, conversar delicadamente com o chefe.

A ansiedade permite-nos responder de maneira cuidadosa perante estas situações, garantindo a nossa sobrevivência e conforto físico e mental.

Expectativas bastante negativas

Assim como o homem da caverna percebeu o perigo de encontrar um leão em frente à sua casa, a perceção de perigo é o que imediatamente antecede a ansiedade. A expectativa em relação ao que irá acontecer costuma ser negativa e em geral, catastrófica.

Uma pessoa que é chamada para conversar com o chefe, por exemplo, pode ficar bastante ansiosa com a expectativa de que será demitido. Outra pessoa poderá pensar que receberá uma promoção e assim não se sentirá ansioso.

Portanto, a ideia do que irá ocorrer determina fortemente as sensações experienciadas, incluindo ansiedade, medo, tristeza, etc.

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Sintomas da Ansiedade

Quando a ansiedade se torna patológica?

A ansiedade torna-se um problema quando ocorre diante de situações que não representam um perigo iminente ou quando é sentida de maneira desproporcional à situação. Os Transtornos Ansiosos caracterizam-se pelo sofrimento contínuo de uma sensação de aflição, medo e desconforto, mesmo quando tudo está aparentemente seguro e tranquilo.

Um Transtorno Ansioso pode se desenvolver quando os sinais da ansiedade (taquicardia, tontura, tensão muscular, tremor, falta de ar) ocorrem com frequência e tornam-se, por si só, uma fonte primária de preocupação. Assim é no Transtorno de Pânico, quando o indivíduo sente-se constantemente sob risco de vida, tendo uma preocupação profunda com a morte iminente, causada pela própria perceção dos sintomas físicos.

Por que desenvolvemos transtornos ansiosos?

Ainda não está plenamente explicado pela ciência o porquê de um indivíduo desenvolver um Transtorno Ansioso e outro, não. Uma vez que a ansiedade é uma resposta natural do organismo, é somente na cronificação do problema que é possível perceber o que leva uma pessoa a se tornar patologicamente ansiosa. Entretanto, muitas pesquisas têm revelado que existe um fator cognitivo importante, como a pré-disposição a interpretar e prever situações como ameaçadoras ou até letais.

Por cognitivo, entende-se o funcionamento básico de perceção-interpretação das situações. Por exemplo, alguém que está a caminhar numa rua escura pode perceber a presença de uma outra pessoa e interpretar a situação como um assalto ou tentativa de violência. É basicamente esta interpretação, cognitiva, que gerará a ansiedade.

Questões relativas à personalidade estão geralmente presentes – indivíduos mais nervosos, impacientes e intolerantes tendem a apresentar mais Transtornos Ansiosos do que outros que sejam mais calmos, pacientes e adaptáveis.

Em última análise, aceita-se que a ansiedade patológica é algo aprendido, ou seja, não é inata. Desenvolve-se através de modelos e experiências significativas, instalando-se de maneira generalizada ou então bastante específica (como nas Fobias Específicas). A grosso modo, pode-se dizer que a reação de ansiedade aparece diante de um estímulo aversivo e o Transtorno Ansioso generaliza-se e expande-se para situações diversas.

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Tratamentos para a Ansiedade

Na SP Clinic realizamos tratamentos para a ansiedade em Lisboa, única e exclusivamente com terapias manuais e naturais, como:

Acupuntura para a ansiedade

A Acupuntura no tratamento da Ansiedade ajuda a reduzir o stress, regular as funções hormonais e a reduzir as crises de forma bastante eficiente.

A milenar tradição oriental da Acupuntura já há muito tempo que invadiu e conquistou os centros clínicos ocidentais, por 3 grandes motivos: porque resulta, alivia e porque melhora a ansiedade.

A Acupuntura é um tratamento natural para a ansiedade e inclusivamente recomenda pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Osteopatia para a ansiedade

A Osteopatia é uma terapia que pode apresentar ótimos resultados na redução da ansiedade. Um dos aspetos mais importantes no controlo da ansiedade é tratar e evitar tensão, tanto física como mental. A Osteopatia alivia a tensão muscular, promove o realinhamento da coluna e estrutura corporal otimizando a completa funcionalidade dos órgãos e sistemas.

Massagem Terapêutica para a ansiedade

A massagem terapêutica é parte integrante nos tratamentos de Medicina Chinesa e Osteopatia. A massagem terapêutica irá promover o relaxamento do corpo e da mente, o que resulta numa melhor capacidade resposta perante a determinados estímulos potenciadores de stress.

Laserterapia para a Ansiedade

O laser é um excelente alternativa para substituir as agulhas de Acupuntura. Os efeitos são muito próximos na maioria dos casos.

É um tratamento totalmente INDOLOR e SEM AGULHAS, indicado também para crianças.

Auriculoterapia para a Ansiedade

O tratamento da Ansiedade com a Auriculoterapia é uma das vertentes terapêuticas mais realizadas no mundo todo.

De origem Francesa por Paul Nogier, a Auriculoterapia é hoje amplamente utilizada e desenvolvida não somente na Medicina Tradicional Chinesa, como em inúmeras áreas e profissionais de Saúde.

Trata-se de uma terapia rápida, eficaz, indolor e fácil. Pode ser utilizada tanto em adultos como em crianças, sendo também uma excelente alternativa às agulhas de Acupuntura.

Fitoterapia para a Ansiedade

Em alguns casos a utilização da Fitoterapia é essencial para a melhora do quadro de Ansiedade, quer seja agudo ou crónico. Pode ser utilizada a prescrição de chás, Matéria Médica Chinesa (cápsulas/comprimidos) ou ainda suplementos vitamínicos específicos.

Medicina Chinesa para a Ansiedade

A Medicina Tradicional Chinesa é uma medicina natural que engloba todas as terapias acima referidas e outras mais. Em caso de dúvida sobre qual tratamento escolher, pode agendar uma consulta de Medicina Chinesa para a Ansiedade. Após a consulta poderemos indicar e realizar os tratamentos mais adequados.

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Tratamentos Naturais para a Ansiedade

Como vimos acima, são diversos os tratamentos naturais para a Ansiedade disponíveis na SP Clinic Lisboa, sem a utilização de fármacos ou químicos.

Pode ainda realizar um tratamento natural caseiro e, caso não resulte, deverá então agendar a sua consulta connosco. O tratamento em questão consiste em preparar um chá com algumas das seguintes plantas: valeriana, passiflora, lavanda, camomila, cidreira, hipericão perforatum, tília e lúpulo.

Tratamento Caseiro para Ansiedade: saiba como preparar o chá para a ansiedade

  1. Escolha 3 ou 4 das plantas acima referidas;
  2. Separe 1 colher de sopa rasa de cada uma delas para dentro de um bule ou outro recipiente;
  3. Despeje cerca de 1 litro de água fervida nas plantas previamente separadas;
  4. Deixe em infusão entre 7-10min;
  5. Coar e beber ao longo dia.

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Técnicas de controlo da ansiedade

Existem inúmeras técnicas e formas de controlar a ansiedade, sejam com exercícios respiratórios, técnicas cognitivas ou ainda com terapias diversas que auxiliam na atenuação dos efeitos e sintomas sentidos pela crise de ansiedade, como ainda ajudam a tratar a condição que favorece o aparecimento da tão indesejada crise de ansiedade.

As técnicas seguintes são simples e fáceis de serem trabalhadas e podem ser executadas por qualquer pessoa, quer seja no conforto do lar ou em qualquer outro local, quer sofra com a ansiedade ou não. Estas técnicas podem ser aprendidas por todos.

Aceitação

O primeiro passo é aceitar a ansiedade e as sensações vividas pelo corpo. É necessário substituir os sentimentos de frustração, medo e até mesmo raiva pela aceitação. Lutar e persistir contra a ansiedade apenas prolonga o desconforto. Deixar fluir é uma excelente opção. Assim como as ondas do mar também os sintomas de ansiedade vem por vagas, que terminam após determinado período.

Contemplação

Durante a crise, contemple o ambiente ao seu redor, desta forma evita-se o olhar para dentro, para as manifestações, dando demasiada importância e foco ao acontecimento. Deixe acontecer o que é preciso, sem julgamento. Focar-se em algo que não sejam os sintomas da ansiedade ajuda a afastar-se das observações internas. É preciso lembrar que “você não é ansiedade”. Esteja com a ansiedade mas não seja ela. Seja apenas um observador.

Agir

Faça tudo normalmente como faria em outra situação qualquer, aja como se não houvesse ansiedade, sabendo estar com as sensações de ansiedade. É possível abrandar o ritmo mas é imprescindível manter-se ativo. Desesperar e fugir da situação que causa a ansiedade apenas faz com as manifestações aumentem, o medo fica cada vez pior gerando o ciclo de ansiedade para situações futuras. Ao diminuir a velocidade e ritmo, a ansiedade diminui. Ah! e não se esqueça de respirar!

Descatastrofização

É uma estratégia terapêutica que ajuda a pessoa a avaliar a veracidade de suas crenças. Quando presente a uma situação de ansiedade, avance o filme e pergunte-se: o que de pior pode acontecer? Talvez o final catastrófico seja uma demissão, um rompimento, ou algo menos positivo. Tente visualizar este resultado e avance o filme novamente: o que aconteceu? Se for preciso, avance anos no tempo. O que aconteceu? O que de pior poderá acontecer?

Normalmente, o que se descobre com este tipo de exercício é que o resultado final pode ser realmente negativo, mas dificilmente é tão mau que não possamos resistir. O que ocorre é que, ao interrompermos a imagem em seu pior momento, não temos oportunidade de verificar nossas reais condições de enfrentamento. Somos, geralmente, mais capazes de lidar com os problemas do que acreditamos ser.

Visualizar uma cena até o final nos permite explorar todas as nossas alternativas, e desmistifica o que normalmente concebemos como “o pior”. Uma demissão, por exemplo, pode ser muito desagradável e gerar inúmeros problemas, mas quando você se pergunta “o que de pior poderá acontecer se eu for demitido?”, descobre que poderá arrumar outro emprego, pedir ajuda a amigos, fazer um empréstimo, vender o carro, enfim, alternativas outras que não “passar fome”, por exemplo.

Visualização

Você pode também interferir “no filme” e alterar o roteiro por trás da sua cena. Pode planear um diálogo, modificar o seu comportamento, criar situações favoráveis e transformar a cena preocupante numa cena de sucesso.

Se você fica muito ansioso com uma apresentação que irá fazer, ou uma entrevista de trabalho, ou qualquer outra situação em que se sente inseguro, feche os olhos por alguns instantes e imagine a cena desde o começo. Como você está vestido? Que horas sairá de casa? Como é o caminho? Procure fazer a cena da maneira mais agradável possível, mesmo que sinta interferências de pensamentos negativos.

Imagine o momento “crítico” acontecendo da melhor maneira, seu desempenho da maneira que você gostaria que fosse, a reação positiva das pessoas ao seu redor. Crie com detalhes sua cena agradável: seu tom de voz, as palavras, o ambiente, as perguntas e as respostas. “Volte o filme” e refaça algo que não saiu como gostaria.

Vá até o final “do filme” e termine-o vitoriosamente: visualize seu retorno agradável à sua casa ou ponto de partida e veja sua feição de sucesso. Sinta a sensação de conquista e de satisfação: tudo deu certo e saiu exatamente como você queria!

As técnicas de visualização podem, em princípio, parecer bastante ingénuas e simples. Entretanto, são comprovadamente eficientes ao gerar sentimentos positivos (bem como negativos) e autoconfiança. O cérebro é um organismo bastante plástico, dinâmico, no qual a fantasia se equivale à realidade. Pense bem: se uma cena desagradável na sua cabeça é capaz de fazer o seu coração acelerar, uma cena agradável também é capaz de tranquilizá-lo.

"E se isso acontecer?"

Esta é uma técnica semelhante à descatastrofização, porém em “versão” escrita.

Numa folha de papel, escreva o que lhe aflige. Tente ser sintético e resumir a questão em poucas palavras. Esta é uma etapa em si mesmo muito importante: quando você define o problema, o delimita. Então a questão é “medo de ser demitido”, e apenas isso importa (a cara do chefe, dos colegas de trabalho, da família, enfim, ficam de fora neste momento).

Delimitado o problema, pergunte-se: “e se isso acontecer?”. Novamente delimite o problema e vá fazendo isso até não ter mais alternativas. Novamente você descobrirá que o resultado não é tão ruim assim. Segue abaixo um exemplo:

“MEDO DE SER DEMITIDO”
E se isso acontecer?
“FICAREI SEM DINHEIRO”
E se isso acontecer?
“VOU TER QUE PEDIR AJUDA AOS MEUS PAIS”
E se isso acontecer?
“MEUS PAIS NÃO ME AJUDARÃO. TEREI QUE ARRUMAR OUTRO EMPREGO.”
E se isso acontecer?
“PROVAVELMENTE ARRUMAREI ALGO QUE NÃO GOSTO”
E se isso acontecer?
“POSSO TRABALHAR EM ALGO QUE NÃO GOSTO E CONTINUAR PROCURANDO.”
E se isso acontecer?
“FICAREI INSATISFEITO POR UM TEMPO MAS TEREI O DINHEIRO QUE PRECISO PARA PAGAR MINHAS CONTAS.”

No exemplo acima, fica claro que o final da história, embora não ideal, é satisfatório. Este é o objetivo – desmistificar a previsão trágica do futuro e aproximá-la mais das possibilidades reais que um indivíduo possui.

Análise

As situações de ansiedade são desencadeadas por pensamentos antecipatórios destas mesmas situações. Momentos como este podem originar pensamentos negativos bastante fortes e poderosos, porém nem sempre reais e necessários. Ao realizar uma análise profundo destes pensamentos permite desconstruir toda “realidade” de momento e abafar todos os sentimentos que dela resultam.

Esperar

Aprender a aceitar os acontecimentos futuros sem desprender muita atenção no que poderá acontecer, é a chave para uma vida mais tranquila e livre de crises de ansiedade. A ansiedade pode ser definida como estar sempre a pensar em demasia no futuro.

Técnicas de respiração para ansiedade

Um das manifestações mais frequentes durante as crises de ansiedade é a respiração curta e rápida, a chamada hiperventilação. A respiração alterada está fortemente relacionada com a ansiedade e ataques de pânico. Existem, por isso, diferentes tipos de técnicas respiratórias que são extremamente fáceis de aprender e que podem ser praticadas em qualquer local e momento. Tratam-se de técnicas simples de respiração que ajudam a aliviar os sintomas da ansiedade e fazer com que você se sinta melhor de imediato.

Em nosso artigo "Hiperventilação e as técnicas de respiração para a ansiedade" explicamos em detalhes 3 técnicas de respiração para que possa utilizar no controlo da ansiedade.


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Especialista em Ansiedade em Portugal, Douglas Pompermaier, realiza consultas na SP Clinic Lisboa, próximo ao metro Rato.

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