Dor Lombar: Causas e Tratamento da Lombalgia em Lisboa

Dor Lombar ou Lombalgia - Tratamento em Lisboa

A Dor lombar - Lombalgia

A dor lombar ou lombalgia, aguda ou crónica, é uma dor localizada no fundo das costas, que se pode manifestar sob diversas formas no corpo, e representa uma das queixas com maior incidência e prevalência nas consultas de tratamento da dor. A grande complexidade desta patologia exige uma abordagem multidisciplinar, tanto para o diagnóstico como a terapêutica.

Entende-se por dor lombar ou dor na parte inferior das costas - incluindo nádegas - e abaixo da borda inferior da 12ª costela. A lombalgia pode apresentar-se sem irradiação, ou com irradiação com características de dor referida para a região nadegueira, região inguinal e/ou membros inferiores.

Frequentemente a dor lombar crónica decorre de um conjunto de causas, como por exemplo fatores sociodemográficos (idade, sexo, escolaridade), comportamentais (tabaco e baixa atividade física), atividades quotidianas (trabalho físico pesado, vibração, posição viciosa, movimentos repetitivos) e outros (obesidade, psicoemocionais).

Na grande maioria da população, a lombalgia, dor na coluna lombar, não é sinal de doença grave ou que sugira que deve evitar as atividades de vida diária. Pelo contrário, estudos científicos demonstram que a sua melhoria, consegue-se permanecendo em atividade, retomando o seu trabalho, e promovendo o exercício físico regular.

Neste artigo iremos detalhes vários aspetos da lombalgia ou dor lombar, desde as suas características, fatores de risco, causas, tratamentos disponíveis e muito mais.

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Características

A lombalgia é um fenómeno com um impacto tremendo nas atividades básicas diárias do indivíduo, que transbordam para a sua vida familiar, laboral e social. Se tivermos em conta as estimativas de que 80% de todos os adultos terão eventualmente pelo menos um episódio de lombalgia durante a vida, entendemos porque é que esta sintomatologia representa a primeira causa de absentismo laboral na maior parte dos países industrializados.

Atinge preferencialmente indivíduos entre os 35-45 anos e que realizam trabalhos manuais ou físicos.  Curiosamente, o número de jovens que trabalham sentados ao computador e que apresentam algum quadro de lombalgia, tem vindo a aumentar nos últimos anos.

A dor lombar tem prevalência e incidência elevadas na população, sendo a estimativa da sua prevalência de 12% na criança e adolescente, 15% no adulto e 27% no idoso.

Classificação

As lombalgias são habitualmente classificadas de acordo com a duração das queixas. É possível em alguns casos que a dor se mantenha durante meses ou até anos, mesmo com a realização de tratamentos frequentes.

  1. Em relação à duração da dor lombar, esta pode ser descrita como:
  • Aguda – episódio doloroso de início súbito cujos sintomas duram até 6 semanas.
  • Subaguda – episódios dolorosos cujos sintomas tem uma duração entre 6 semanas e 3 meses.
  • Crónica – episódio doloroso de instalação progressiva, cujos sintomas duram mais de 3 meses.
  1. Os pacientes podem classificar-se em três categorias:
  • Dor lombar não específica. Não se consegue atribuir uma causa ou doença específica.
  • Dor lombar potencialmente associada a Radiculopatia ou Estenose do Canal Medular com dor ciática ou pseudo claudicação.
  • Dor lombar potencialmente associada a outras causas especificas da coluna.

Esta última inclui a pequena porção de pacientes com sérios e progressivos deficits neurológicos requerendo uma avaliação imediata (tumor, infeção, síndrome de cauda equina, espondilose anquilosante, fratura com compressão vertebral).

O diagnóstico preciso para a causa e a origem da dor lombar, os tratamentos escolhidos, a periodicidades dos mesmos e os fatores diárias do indivíduo serão determinantes no processo de cura, quer seja uma lombalgia crónica ou aguda.

Fatores de risco individuais

São características como a idade, nível socioeconómico, hábitos tabágicos, sedentarismo e obesidade, que parecem contribuir para o aparecimento das lombalgias e para o seu grau de severidade.

Curiosamente, nos últimos anos tem sido dado relevo ao peso à nascença como fator de risco para o desenvolvimento de lombalgias: parece haver uma associação estatisticamente significativa entre um peso alto à nascença e o desenvolvimento de lombalgias, mas apenas em indivíduos do sexo masculino. Estes estudos põem em relevo o papel do ambiente pré-natal no desenvolvimento desta patologia.

Fatores de risco psicossociais

Existe uma associação importante entre os estados depressivos e a lombalgia. No entanto, é notório que o aparecimento de depressão associada a lombalgias causa maior incapacidade, do que cada uma das situações isoladamente. As lombalgias associam-se ainda a outro tipo de distúrbios ou condições psicológicas como o stress, o humor, as emoções, as funções cognitivas, o comportamento perante a dor, etc.

Fatores de risco relacionados com a ocupação

Consideram-se fatores predisponentes ao aparecimento e manutenção das lombalgias:

  • fatores psicológicos relacionados com o stress, insatisfação laboral, trabalho monótono e repetitivo;
  • fatores físicos como suportar objetos pesados, nomeadamente associados a elevação de pesos, inclinação anterior e torsão do tronco, vibração prolongada ou qualquer outro trabalho físico que implique a força muscular, a não utilização de cadeiras adequadas ao trabalho a realizar, o trabalho noturno, etc.
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Dor Lombar: o que pode ser?

  • Dor lombar simples: surge entre 20 e 55 anos, na região lombosagrada (final da coluna), nádegas e coxa, normalmente de natureza mecânica e com estado geral preservado;
  • Dor lombar por compressão da raiz nervosa: normalmente em apenas uma perna, sendo a dor na perna pior que a lombar. Pode irradiar para a perna e pés, com sensação de formigueiro e redução da sensibilidade;
  • Patologia severa da coluna: abaixo dos 20 e acima dos 55 anos de idade, associada a traumatismo severo, com dor constante, progressiva e não mecânica com restrição persistente a flexão lombar (dobrar o corpo).

Causas da Lombalgia

A coluna possui múltiplas estruturas que são enervadas por fibras que transmitem dor. Para haver dor, tem de haver libertação de agentes inflamatórios que estimulam recetores de dor e que geram resposta nociceptora no tecido. A inflamação de articulações posteriores da coluna, discos intervertebrais, ligamentos e músculos, meninges e raízes nervosas podem estar associadas a lombalgias (Haldeman S, Kirkaldy Willis W, Bernard T, 2002). As mais comuns incluem lesão de músculos e ligamentos, artrose das articulações interapofisárias posteriores, hérnias discais com ou sem compressão de raízes nervosas, estenose de canal central ou foraminal e alterações congénitas.

Na maioria dos casos este problema tem uma origem mecânica, estando diretamente relacionado com um esforço efetuado pela região lombar. Os geradores mais comuns de dor são as articulações interapofisárias - entre 15 e 40% dos doentes têm lombalgias com origem nas articulações interapofisárias - os discos intervertebrais e as articulações sacroilíacas, que no conjunto são responsáveis por 60 a 68% das lombalgias, e o fator etiológico mais frequente é a cirurgia prévia à coluna lombar responsável por 30 a 50% de todas as lombalgias crónicas

A enervação dos discos intervertebrais é complexa. O componente póstero-lateral é enervado diretamente por ramos do nervo raquidiano, a região lateral é enervada por ramos dos nervos comunicantes e a região ântero-lateral por ramos que ascendem na cadeia simpática. A origem segmentar da enervação é também complexa. A região anterior deriva principalmente de T12, L1 e L2. A enervação da região posterior é multisegmentar, envolvendo todos os nervos raquidianos lombares. As fibras dos níveis superiores lombares acompanham a cadeia simpática e penetram no nervo sinovertebral através do ramo comunicante. As fibras que provêm dos níveis inferiores penetram no nervo sinovertebral através do nervo raquidiano.

Mais de 40% das lombalgias têm origem nos discos intervertebrais.

Nas atividades da vida diária, a coluna vertebral é constantemente solicitada, tanto numa posição estática (sentada) como dinâmica (a caminhar). Se a postura e atitude adotadas pelo corpo não forem corretas e alinhadas, haverá um desequilíbrio. Este fará com que não ocorra uma adaptação constante e necessária aos movimentos a que somos sujeitos.

Presentemente, podemos constatar que os nossos hábitos nos conduzem, cada vez mais, ao sedentarismo. O simples facto de passarmos diversas horas sentados, com uma postura incorreta, sobrecarrega a zona lombar e provoca problemas musculares e articulares.

Também a obesidade e ou patologias de base (como uma hérnia discal, por exemplo) propiciam o surgimento de lombalgias.

Etiologia e características

Coluna lombar

  • Contratura muscular Lombalgia difusa com ou sem dor nadegueira; agrava com movimento; melhora com repouso.
  • Distensão ou tensão muscular Dor difusa e possível irradiação para glúteos.
  • Degeneração do disco com ou sem osteófitos Dor lombar localizada e às vezes quadro similar a tensão lombar.
  • Espondilose (degenerativa do disco ou interapofisária) Semelhante à contratura muscular. Na patologia degenerativa do disco a dor agrava com flexão ou posição sentada; na artrose interapofisária a dor agrava com extensão, ortostatismo ou marcha.
  • Fratura com compressão História de trauma; palpação de pontos dolorosos; dor agrava com mudança de posição (deitadosentado-ortostatismo).
  • Hérnia discal Dor no MI (perna) é superior à dor lombar; agrava na posição sentada; dor abaixo do joelho.
  • Estenose do canal medular Dor no MI é superior à dor lombar; agrava com ortostatismo e marcha, especialmente em caminhos com declínio; sintomas frequentemente bilaterais; melhora com repouso e flexão ou quando a coluna é fletida ou quando sentado; uni ou bilateral.
  • Espondilolistese Dor no MI é superior à dor lombar; agrava com ortostatismo e marcha; melhora com repouso e flexão; uni ou bilateral.
  • Espondilose Dor em adolescentes; agrava com extensão e atividade.

Causas sistémicas

  • Doenças do tecido conjuntivo Poliartralgias (artrites, osteoartrose, artrite reumatoide, espondiloartropatias – espondilite anquilosante, artrite reativa, espondilite psoriáticas, etc.); febre; perda de peso; fadiga; palpação dolorosa das apófises espinhosas; rigidez matinal; melhora com atividade.
  • Espondilartropatia inflamatória Dor noturna intermitente; rigidez matinal e limitação da flexão lombar.
  • Neoplasia Dor agrava com decúbito ventral; palpação dolorosa das apófises espinhosas; perda de peso recente; fadiga.
  • Espondilodiscite/Osteomielite Dor contínua; palpação dolorosa das apófises espinhosas; habitualmente sem febre; elevação da VS e/ou PCR; hemograma normal.
  • Infeção (tuberculose vertebral – Mal de Pott, osteomielite, discite, artrite séptica) Dor localizada; sintomas constitucionais

Dor referida

  • Aneurisma da aorta abdominal Desconforto abdominal; massa abdominal pulsátil.
  • Patologia gastrointestinal (pancreatite, úlcera péptica, colecistite) Desconforto abdominal; náuseas/vómitos; sintomas associados à ingestão de alimentos.
  • Herpes zoster Dor unilateral com distribuição num dermátomo; alodinia; vesículas.
  • Patologia pélvica (endometriose, doença inflamatória pélvica, prostatite) Desconforto abdómen inferior, pelve ou anca.
  • Patologia retroperitoneal (cólica renal, pielonefrite) Dor no ângulo costovertebral; alterações urinárias; febre.

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Lombalgia em atletas

O atleta pode não o saber, mas é um lesionado em potencial. Quanto mais intenso e de maior impacto for o treino, maior será o esforço das estruturas osteo-músculo-ligamentares e de todo o organismo. Quando levado ao extremo como no caso de um Ironman ou maratona, que desafia os limites da força e flexibilidade, no judo ou jiu-jitsu, ou ainda nos grandes impactos sofridos no atletismo e ginástica, o corpo humano, por mais bem treinado que esteja, sofre desgastes.

O centro de todo o esforço mecânico está localizado na região lombar, onde o peso é distribuído. O treino intenso ou competição, irá forçar ao máximo os músculos lombares e abdominais, os ligamentos, discos e as mais diversas nobres estruturas próximas como os rins e o útero. Por essa razão que um atleta é um indivíduo muito próximo a um desconforto ou lesão. A dor lombar em atletas de todos os desportes é extremamente comum.

Dor na lombar: o que fazer?

Deve procurar por ajuda especializada ao primeiro sinal de dor lombar. Há muitas pessoas que ignoram a dor, chegando a conviver com o problema durante dias e até meses. Outras ainda buscam a automedicação, um grande fator de risco. O ideal é ser avaliado o quanto antes por um profissional capacitado, a fim de receber o diagnóstico e tratamento mais adequado ao seu problema. Quanto mais cedo a dor lombar for tratada, maiores serão as possibilidades de livrar-se da dor e retornar a sua vida livre de incapacitações.


Tratamento da dor lombar

Ao contrário do que tradicionalmente se afirmava - Que 90% dos episódios de lombalgia revertem naturalmente - estudos baseados em evidência vieram, no entanto, demonstrar que a lombalgia tende a ser persistente, e em 62% dos doentes a lombalgia ainda está presente um ano após o seu aparecimento quando não tratada adequadamente.

O tratamento não cirúrgico para a coluna vertebral é indicado na maioria das situações. Para cada problema existe um tratamento específico. Uma avaliação detalhada e individualizada é importante para chegar a possível causa, podendo ser óssea, muscular, ligamentar, inflamatória, visceral, craniana, postural e outras.

Na SP Clinic em Lisboa, desenvolvemos técnicas de tratamento para a coluna vertebral onde todas as pessoas com lombalgia são criteriosamente avaliadas e tratadas de acordo com os sintomas e sinais da dor. O atendimento personalizado é o nosso grande diferencial e garantia de satisfação.

Dispomos uma grande variedade de técnicas terapêuticas para tratamento da dor lombar, como:

Massagem Terapêutica para a dor lombar

O tratamento da dor lombar através da massagem terapêutica é, normalmente, a escolha da grande maioria dos nossos pacientes. O estilo de vida sedentário com muitas horas sentado ou em pé, é nos dias correntes o principal causador da dor. A massagem terapêutica promove o relaxamento muscular, o alívio da inflamação e a mobilização articular, de forma a reestabelecer o equilíbrio estrutural e a consequente melhora do quadro de dor.

Osteopatia para a dor lombar

A lombalgia pode ser resultante de inúmeras disfunções musculoesqueléticas e é também responsável por muitos quadros de dor ciática. O nosso tratamento osteopático foca-se em resolver o quadro de dor, restaurando o equilíbrio e o correto alinhamento estrutural.

Alterações musculares, ligamentares e ósseas, são frequentemente resolvidas com a Osteopatia.

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Acupuntura para a dor lombar

Existem diversas técnicas de acupuntura capazes de promover o alívio imediato da dor lombar, independentemente da origem. Através da acupuntura e dos conhecimentos da medicina tradicional chinesa, é possível identificar e tratar as causas estruturais e fisiológicas que estejam relacionadas com a dor. É o tratamento de eleição para quadros de dor extremamente agudos e inflamatórios.

Auriculoterapia para a dor lombar

O tratamento mais famoso da Auriculoterapia é justamente nos casos de ciática e dor lombar. A vinda desta técnica para o Ocidente deve-se em grande parte pela sua reconhecida eficácia no alívio da lombalgia.

A Auriculoterapia funciona através do estímulo de pontos na orelha e foi amplamente desenvolvido pelo Neurologista Francês Paul Nogier. Combina princípios Orientais e Ocidentais.

Tratamento natural para a dor lombar

Todas as formas de tratamento utilizadas na SP Clinic são naturais. Caso pretenda, pode tentar aliviar ou tratar a sua queixa em casa. Se a dor não apresentar melhoras significativas, deve agendar a sua consulta de tratamento.

Veja aqui como tratar a dor lombar e a inflamação de forma natural e caseira.

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Outros tratamentos para lombalgia

Dispomos de muitas mais técnicas para o tratamento da lombalgia na nossa clínica em Lisboa.
Pode simplesmente agendar a sua consulta e deixar ao critério dos nossos especialistas qual ou quais as melhores opções terapêuticas para o seu caso em particular.

Além das técnicas referidas, dispomos ainda de infravermelhos, laser, electroestimulação, ventosaterapia, moxabustão, cataplasmas e bálsamos específicos e outras mais. Todas opções válidas e que podem ser utilizadas para o tratamento da dor.


Dicas para evitar a sobrecarga na coluna lombar e a dor

  • Melhor posição para dormir: Não dormir de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;
  • Tipo de colchão: não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual;
  • Melhor forma de levantar da cama: virar o corpo para o lado e começar a levantar-se de lado. Não se levantar para frente;
  • Transportar objetos pesados que estão no chão: Agachar-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo (exemplo: maior que três quilos);
  • No trabalho em escritórios: utilizar cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços; sentar usando todo encosto e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical (pescoço) ficar em posição confortável;
  • Carregar mochilas: utilizar mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente nas crianças;
  • Uso do salto alto: o salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso;
  • Recomendação especial para gestantes: manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. Lembrar que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em tratamentos para gestantes, como é nosso caso, para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises;
  • Massagem e outros tratamentos alternativos: terapias locais como a massagem terapêutica, calor, osteopatia, acupuntura e outros, podem trazer alívio e tratar as queixas do paciente.
  • Atividade física: a prática de exercícios físicos regulares como o Yoga, Tai Chi, Chi Kung, Pilates, ginástica ou outras, são essenciais para o fortalecimento muscular, correção postural e prevenção para inúmeros quadros de saúde e dor.
  • Alimentação adequada: os nossos tecidos, células e todo o organismo, necessitam de nutrição para o seu bom funcionamento; beba água suficiente e tenha uma alimentação variada e nutritiva.
  • Alongamentos: é aconselhável a realização de alongamentos diários, no início e final do dia. O alongamento permite preparar o corpo para a atividade diária e prevenir problemas estruturais. A prática diária de alongamentos por 10-15 minutos é suficiente para tratar e evitar dores.
  • Caminhadas: se tiver a oportunidade de realizar caminhadas diárias, nem que seja a hora do almoço, estará a contribuir para a sua saúde e a mobilizar toda a estrutura lombar.

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Especialista em Lombalgia em Portugal, Douglas Pompermaier, realiza consultas na SP Clinic Lisboa, próximo ao metro Rato.

210 993 179 ou 917 917 404 (Horários de Atendimento: 2ª a 6ª Feira das 10h as 19h)

Agende a sua Consulta através do formulário abaixo ou dos telefones acima.

Endereço da SP Clinic: Rua Dom João V 15 C, Lisboa, Portugal.

SP Clinic Lisboa - Clínica de tratamento da Dor Lombar em Lisboa, no Largo do Rato e próximo das Amoreiras e Campo de Ourique. Tratamento para lombalgia ou dor na coluna lombar.  No centro de Lisboa, perto de si.